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25.5.11

Botas e Coturnos Militares

A bota militar, de combate, da tropa ou Coturno (Brasil) é o calçado mais comum na maioria dos exércitos de todo o mundo, no entanto têm vindo a ser criadas variações, adaptadas a diferentes necessidades, relacionadas com a especialidade das tropas ou com o meio envolvente das ações militares.
Bota militar standard
A maioria das botas militares são impermeáveis ou altamente resistentes à água, ao mesmo tempo que possuem capacidade de respiração (especialmente quando impermeabilizadas com membranas, como o conhecido Gore Tex®), o material de eleição por excelência continua a ser o couro, embora existam exceções, são igualmente utilizados materiais de última geração como o Kevlar ou Nomex.
As botas de combate militares possuem fama de serem pouco confortáveis, no entanto as versões modernas incorporam materiais confortáveis (muitos importados da indústria do calçado desportivo), como as solas intermédias e palmilhas em Vibram EVA ou PU.

Bota militar para altas temperaturas (desert)
As botas militares para temperaturas elevadas possuem painéis respiráveis em lona ou tecido tipo cordura. A sola inclui uma barreira dissipadora de calor. Estas são as botas para palcos de operações com temperaturas superiores a 25º, A sola deste tipo de botas é formulada para resistir à temperatura, mantendo a sua consistência.
Bota militar para climas húmidos (jungle)
As botas militares de combate "Jungle boots", criadas para climas húmidos, como as florestas e selvas tropicais, são muito semelhantes às botas para altas temperaturas, com painéis laterais em lona e ilhoses para respiração.

Bota militar para paraquedistas
As botas de combate militar para unidades aerotransportadas são mais subidas do que as botas standard, oferecendo maior apoio no tornozelo, frequentemente apresentam fechos de correr medialmente (lado interno).

Botas militares para tripulações de veículos blindados
As botas de combate para veículos blindados surgiram com a ideia que num espaço confinado os atacadores podem ser um empecilho, podendo inclusive representar perigo de acidente, assim este tipo de botas possui tiras com fivelas.
Botas militares para baixas temperaturas
As botas militares para temperaturas baixas extremas (>-30º) são feitas em borracha, possuindo varias camadas de isolamento interno em lã e feltro. Possuem uma válvula lateral, que serve para libertar a pressão interna na bota, em caso de transporte aéreo.
Generalidades:
As botas de combate militar não são pensadas para alargar ou se ajustarem aos pés, pelo contrário, são pensadas para serem fortes e resistentes, oferecendo a máxima proteção e durabilidade possível.
Existem muitas variações de botas militares que não estão representadas nesta página (por exemplo as botas dos fuzileiros navais portugueses tradicionalmente sem cordões). Achamos que colocar todos os modelos em detalhe seria demasiado exaustivo para o propósito deste artigo: apresentar uma visão geral.
Formas de amarrar
Muitos exércitos e/ou unidades possuem regulamentação sobre as formas de amarrar o calçado, aqui ficam algumas das mais utilizadas:
Laçagem cruzada standard, "Escada" e de "soltura rápida"
Laçagem em "helix dupla", padrão "aranha" e "carril".
As laçagens "escada", "soltura rápida" e "carril" (ou qualquer outra com padrão de cruzamento horizontal), são particularmente úteis em caso de acidente, permitindo cortar os atacadores facilmente com uma faca para libertar um pé lesionado.
De um modo geral as formas com padrões intricados são mais utilizadas em uniformes de gala.

25.11.10

Mantega contra PEC 300

Na primeira exposição pública após ser confirmado como ministro da Fazenda do novo governo, Guido Mantega enfatizou a necessidade de corte de gastos de custeio e, pela primeira vez, colocou como prioridade da política econômica a criação de emprego. Até então, a equipe econômica sempre enfatizou que não era possível buscar vários objetivos.

– A geração de emprego é uma das prioridades máximas.

O ministro ressaltou que isso será perseguido com mais crescimento e sem aumento do endividamento público. Citou como fundamental que não sejam aprovados projetos em tramitação no Congresso, entre eles a proposta de emenda à Constituição que eleva salários na área de segurança pública (PEC 300), reajuste de aposentados que ganham mais do que dois salários mínimos, aumento do salário mínimo acima dos R$ 540 negociados pelo governo e também recomposição salarial dos funcionários públicos federais.

A futura ministra do Planejamento, Miriam Belchior, reforçou a necessidade de avanço na gestão pública e nos gastos do governo. E acrescentou que a maior parte dos recursos será canalizada para as prioridades apontadas por Dilma, citando “a erradicação da miséria, educação e saúde de qualidade, segurança e um combate árduo contra as drogas”.




O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirmou que a aprovação de um piso nacional para os policiais, além de criar despesa para os Estados fere o princípio federativo. Ele argumentou que os Estados são responsáveis pela administração de pessoal e pelo cumprimento do orçamento, garantidos na Constituição.
O ministro Padilha disse que na reunião foi feito um pedido em nome do governo federal para que não sejam votados agora projetos que provoquem gastos não previstos no orçamento.
Fontes: Jornais O GLOBO, e O ESTADÃO

20.6.10

fotos do incêncio no Rio de Janeiro no Morro dos Cabritos


Um incêndio de proporções ainda desconhecidas começou nessa noite de sábado em um morro no Rio de Janeiro.
O fogo que atinge o Morro dos Cabritos pode ter sido provocado por um balão. Que inclusive É PROIBIDO.
Vejam abaixo as primeiras fotos do incêncio no Rio de Janeiro no Morro dos Cabritos



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4.6.10

SER UNÍCO E GRANDE - O HOMEM BOMBEIRO



D. João I, através da Carta Régia de 23 de Agosto de 1395, tomou a primeira iniciativa em promulgar a organização do primeiro Serviço de Incêndios de Lisboa, ordenando que:
 Em caso que se algum fogo levantas-se, o que Deus não queria, que todos os carpinteiros e calafates venham àquele lugar, cada um com seu machado, para haverem de atalhar o dito fogo. E que outros sim todas as mulheres que ao dito fogoacudirem, tragam cada uma seu cân-taro ou pote para acarretar água para apagar o dito fogo”.D.João (1385-1433)


Estabelecia também que os pregoeiros da cidade saíssem de noite pela ruas, a avisar, em voz alta, os moradores, de que deveriam tomar cuidado com o lume em suas casas.
Esta preocupação de organização começou a generalizar-se por todo o País, tendo decidido a Câmara do Porto, na reunião de 14 de Julho de 1513:

“Eleger diversos cidadãos para fiscalizar se os restantes moradores da cidade apa-gavam o lume das cozinhas à hora indicada pelo sino da noite”. E a mesma Câmara, na reunião de 9 de Setembro de 1612 “ordenou que fossem notificados os carpinteiros da cidade de que iriam receber machados e outras pessoas de que entrariam na posse de bicheiros, para que, havendo incêndios, acudissem a ele com toda a diligência”.



Os incêndios, grande flagelo, ao longo dos tempos, outrora mais a nível urbano, e hoje mais a nível florestal, começaram a ser combatidos com meios arcaicos, mas com expressivo e contagiante espírito de solidariedade não só dos vizinhos, mas da população em geral.

O termo “Bombeiro”, que está intimamente ligado às bombas, um dos equipamentos mais avançados para a época, e que as Corporações consideraram da maior utilidade, surgiu, pela primeira vez, em Lisboa, no ano de 1734. Neste mesmo ano foram adquiridas mais quatro bombas, em Inglaterra.
Aos homens dos serviços dos incêndios, por trabalharem com as Bombas, passaram a ser designados Bombeiros. Encontramos aqui a origem da denominação de bombeiro, assim como a razão de ser da origem do nome “Companhia da Bomba”.

31.5.10

Acidente na cidade de Raleigh na Carolina do Norte / EUA


Ainda bem que não incendiou o caminhão!







27.5.10

Corpo de Bombeiros de Alagoas adquire equipamento avançado


CBMAL será o primeiro do Brasil a dispor da tecnologia , que garante maior velocidade na extinção das chamas com economia de água e redução de efetivo operacional

Corpo de Bombeiros adquire equipamento avançado
Sd BM Thássia Camilla
O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) recebe nesta quinta-feira (6) o sistema AFT (sigla em inglês de Tecnologia Avançada de Combate a Incêndios), composto por dois equipamentos – um adquirido pelo governo estadual e outro com recursos da Taxa de Bombeiros. A entrega dos equipamentos será feita às 10h no Quartel do Comando Geral, localizado no Trapiche da Barra, quando haverá demonstração da atuação dos AFTs.
O CBMAL é o primeiro do Brasil a adquirir a tecnologia, que trará benefícios para as ações de combate a incêndios, como a diminuição do tempo-resposta no atendimento às ocorrências, redução do efetivo nas operações, agilidade no trânsito e em locais de difícil acesso, baixo consumo de água, reabastecimento em qualquer fonte de água, praticidade no transporte e alta capacidade extintora.
O equipamento AFT funciona por meio de tecnologia avançada, extraída do ramo espacial e aeronáutico, que produz água pulverizada e sistema de espuma comprimida com baixa pressão, altamente eficaz e com elevado alcance para o combate a incêndios, lançando gotículas em velocidade supersônica, o que resulta em rápido resfriamento combinado com abafamento. O investimento na quisição dos AFTs foi de R$ 294.520,00.
O Corpr de Bombeiros de Alagoas será o primeiro do Brasil a adquirir a tecnologia, disponível apenas em empresas como Infraero, Petrobras e a Concessionária da Ponte Rio-Niterói, mas com capacidade de 600 litros, inferior aos de Alagoas, que comportam 1.000 litros de água, com capacidade de alcance do jato de 18 metros. Antes de ser adquirido pela Corporação, o AFT passou por testes no Centro de Instruções de Barro Preto, no Estado do Paraná, onde foi ateado fogo em veículo, e ao término do incêndio, verificou-se o consumo de apenas 150 litros de água em um tempo estimado de 2 minutos e 30 segundos, com o uso do Líquido Gerador de Espuma (LGE), que resultou em maior velocidade para extinção do fogo.
O Corpo de Bombeiros também vai receber 20 Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR) adquiridos com recursos da Taxa de Bombeiros 2009, que custaram R$ 85 mil.

17.5.10

Tipos de Bombeiros - 1ª Parte


Existem vários tipos de Bombeiros espalhados pelo mundo, no Brasil são 4 tipos, nesta primeira parte vamos abordar os Bombeiros de nossa pátria , são eles:

Bombeiros Profissionais Civis



São bombeiros privativos de grandes empresas industriais, portuárias, aeroportuárias, ou florestais; os quais são vocacionados para a actuação especializada no seu ramo de atividade. 

Bombeiros Voluntários



Os Corpos de Bombeiros Voluntários estão espalhados por praticamente todas as sedes de município e por muitas outras povoações de Portugal, sendo responsáveis pela grande maioria das operações de socorro no país, em virtude do reduzido número de Corpos Profissionais existentes. Os Corpos de Bombeiros Voluntários dependem de associações humanitárias de âmbito local, que são financiadas através dos seus sócios, de peditórios à população, de subsídios públicos e do desenvolvimento de actividades de cariz lúdico e cultural.

Bombeiros Militares


O Exército, a Marinha e a Força Aérea,dispõem de Corpos de Bombeiros para combate a incêndios e operações de socorro em algumas das suas unidades. Os Bombeiros das bases da Força Aérea são chamados Operadores de Sistemas de Assistência e Socorro (OPSAS). Os Bombeiros das unidades da Marinha são chamados Especialistas de Limitação de Avarias. Na Guarda Nacional Republicana foi criada em 2006 uma unidade especializada em operações de combate a incêndios florestais e Protecção Civil, denominada Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS). O GIPS funciona como uma força de primeira intervenção cujas equipas actuam rapidamente, transportadas por helicópteros ou veículos ligeiros, em áreas de risco, realizando uma primeira intervenção até à chegada de reforços com equipamento mais pesado.

Bombeiros Maritimos



Estrutura O grupamento é dividido em duas seções, sendo uma responsável pelo serviço de guarda-vidas e outra pelo de busca, salvamento e mergulho. Hoje, aproximadamente, 200 homens, entre oficiais e praças, trabalham na nova sede. Para auxiliar o trabalho de salvamento, o GBMAR conta com equipamentos e viaturas próprios para o trabalho da unidade, como jet-ski, pranchões, botes infláveis, lanchas, viaturas, equipamentos de mergulho, ônibus, coletes e bóias. O Grupamento de Bombeiros Marítimo - GBMAR, é responsável por uma área de 153 km de orla marítima e também tem o dever de realizar resgates em rios, represas, lagos, açudes e mangues. São salva-vidas, mergulhadores e pilotos de embarcação devidamente treinados, de prontidão para prevenir possíveis acidentes no mar. No total, o grupamento possui 24 postos de prevenção distribuídos na praia.
O GBMAR surgiu em 1995 e hoje, com uma nova sede, tem condições para oferecer uma maior segurança aos banhistas. Além dos ganhos para a Corporação, que conseguiu aliar a parte administrativa à operacional e agilizar a comunicação interna, os bombeiros marítimos agora contam com um centro telefônico, alojamento e refeitório, conquistando melhorias nas condições de trabalho.
Dentre os serviços prestados à população, podem ser destacados ainda o resgate de embarcações à deriva, de pessoas ilhadas e de objetos de valor, como automóveis, a prevenção aquática e o socorro em situações de acidentes causados por animal marinho. No estado de São Paulo este serviço é efetuado pelo Salvamar-Paulista, que é a Unidade do Corpo de Bombeiros responsável pelo salvamento marítimo e serviço de prevenção à afogamentos (Guarda-Vidas). O Salvamar-Paulista é dividido em três sub-grupamentos de Guarda-Vidas (litoral sul, centro e norte do estado) e um sub-grupamento naval, composto por dois navios de busca e salvamento e por lanchas off-shore. As embarcações leves (moto aquáticas e botes infláveis de salvamento) são vinculadas aos sub-grupamentos de guarda-vidas, sendo que cada Posto Marítimo (cada cidade) possui uma frota de embarcações rápidas de salvamento (moto aquáticas e botes infláveis de salvamento), além do efetivo de Guarda-Vidas espalhados pelas praias, na prevenção e salvamento de afogados.


Bombeiros no Brasil


Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Bahia, Salvador - Bahia.

Placa indicativa de Bombeiro Militar, em Belo Horizonte.
No Brasil o serviço de bombeiro mais conhecido é o mililtarizado. Porém também existe o bombeiro civil; o qual é empregado nas empresas (normalmente nas brigadas de incêndio) ou participa de atendimento público como voluntário ou contratado, ou ainda como funcionário municipal.
No Brasil existem mais de 5.500 municípios e, destes, menos de 350 possuem bombeiros militares. A solução, principalmente na região sul do país, tem sido os bombeiros civis, que atuam como voluntários em ONGs. No Estado do Paraná existe o Projeto Bombeiro Comunitário, que é uma parceria entre o Estado do Paraná e os municípios, onde o governo estadual fornece viaturas, o financiamento para a construção dos Postos de Bombeiros e coloca à disposição um bombeiro militar (sargento), pertencente ao Corpo de Bombeiros, que será o responsável pelo treinamento do efetivo, realização de vistorias técnicas e organização geral do posto; e as prefeituras municipais colocam à disposição funcionários municipais, denominados Agentes de Defesa Civil. O projeto se destina aos municípios que possuem um índice menor de ocorrências, para dar uma primeira resposta no combate a incêndios à população destes municípios.
Para se tornar um bombeiro militar é preciso prestar concurso público e passar por um curso de formação. Já para ser bombeiro voluntário faz-se necessário procurar um Corpo de Voluntários e submeter-se a um treinamento básico para poder desempenhar as atividades.
Na maioria dos estados do Brasil o Corpo de Bombeiros Militar é autônomo. Somente nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia são vinculados administrativamente ao Comando da Polícia Militar e à Secretaria Estadual de Segurança Pública. No estado do Rio de Janeiro o Corpo de Bombeiros Militar está vinculado à Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil.

Áreas de atuação

Apesar de terem sido inicialmente constituídos com a função de combate a incêndios, as funções dos bombeiros alargaram-se para quase todas as áreas da protecção civil. Conforme o país e o corpo de bombeiros, as várias áreas de intervenção dos bombeiros são:
  • Combate a incêndios florestais;
  • Combate a incêndios urbanos;
  • Combate a incêndios industriais;
  • Resgate em grande ângulo;
  • Emergência médica pré-hospitalar;
  • Salvamento aquático.
  • Desencarceramento em acidentes rodoviários e ferroviários;
  • Intervenção em incidentes eléctricos;
  • Intervenção em incidentes hidráulicos;
  • Intervenção em incidentes com matérias perigosas;
  • Intervenção em incidentes com redes de gás;
  • Corte de Árvores em risco iminente de queda;
  • Captura de animais correndo ou oferecendo risco.
  • Resgate de corpos ou bens submersos.
  • Prevenção contra Incêndio e Pânico.

8.5.10

Bombeiro iniciante

7.5.10

1.4.10

Navio Hospital

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